Vacina pentavalente acelular
Indicada para a prevenção de cinco doenças em uma só aplicação, com o componente da coqueluche acelular.
Falar no WhatsAppO que é a vacina pentavalente acelular e contra o que protege
A vacina pentavalente acelular reúne, numa única aplicação, a proteção contra cinco doenças: difteria, tétano, coqueluche, poliomielite e infecções graves pelo Haemophilus influenzae tipo b, como a meningite. É uma vacina inativada, aplicada no músculo. O componente da coqueluche é acelular, feito com partes da bactéria, o que costuma causar menos reações que a versão de células inteiras. A diferença para a pentavalente da rede pública não é de quantidade, é de composição: a do SUS inclui hepatite B e não inclui poliomielite, que ali é aplicada em separado.
Quem deve tomar a vacina pentavalente acelular
É indicada para crianças a partir dos 2 meses e pode ser usada até antes dos 7 anos, sempre que cada uma das vacinas que ela reúne estiver indicada. Na rede particular, ela costuma entrar em duas situações: como parte do esquema do primeiro ano, alternando com a hexavalente quando a hepatite B já está coberta, e no reforço do segundo ano, quando a hepatite B não é mais necessária.
Esquema de doses
O esquema de rotina é de três doses no primeiro ano, aos 2, 4 e 6 meses, com um reforço entre 12 e 18 meses. A hexavalente e a pentavalente acelular podem se alternar dentro do mesmo esquema, e é comum a criança receber a hexavalente aos 2 e aos 6 meses e a pentavalente acelular aos 4. O segundo reforço, entre 4 e 5 anos, é feito com outra apresentação, definida na avaliação. O encaixe das doses depende do que já consta na caderneta.
O que esperar
As reações mais comuns são locais: dor, vermelhidão e inchaço no ponto da aplicação. Pode haver febre, irritabilidade, sonolência e perda de apetite nos dias seguintes. Por ter o componente acelular, as reações tendem a ser mais leves que as da versão de células inteiras. São passageiras.
Segurança e contraindicações
É uma vacina inativada e não tem como causar as doenças contra as quais protege. Não deve ser aplicada em quem já teve reação alérgica grave a uma dose anterior ou a um componente, nem em crianças que apresentaram encefalopatia nos sete dias seguintes a uma dose anterior de vacina com componente da coqueluche. Não é indicada a partir dos 7 anos, faixa em que se usa outra apresentação. Diante de febre alta, a aplicação é adiada até a melhora. A avaliação médica antecede a aplicação.
Sobre esta vacina
A do SUS protege contra difteria, tétano, coqueluche, Hib e hepatite B, com a coqueluche de células inteiras. A da rede particular substitui a hepatite B pela poliomielite e usa a coqueluche acelular, com menos reações. No SUS, a poliomielite é aplicada em separado.
Porque três doses de hepatite B, ao nascer, aos 2 e aos 6 meses, já cumprem o esquema. Quando essas doses estão contempladas, a aplicação intermediária pode ser feita com a pentavalente acelular, sem repetir o componente.
Pode. A SBIm orienta manter o mesmo produto sempre que possível e prevê o intercâmbio entre as apresentações. A avaliação define como completar o esquema a partir do que está registrado na caderneta.
Aviso. As informações desta página são educativas e seguem as recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações. A indicação, o momento e o esquema de doses são definidos na avaliação médica individual.
Para saber como a pentavalente acelular se encaixa no esquema do seu filho, fale com a equipe pela avaliação.
Falar no WhatsAppRevisão médica: Dr. Joelson Reis Ciacci · CRM-MG 18295 · RQE 10983 — 06/2026
A indicação e a conduta de cada caso são definidas individualmente em avaliação presencial.